Terminal de Cruzeiros

Para o concurso do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, desenhou-se um projecto que dá a conhecer o código genético da cidade ribeirinha.

Para o concurso do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, desenhou-se um projecto que dá a conhecer o código genético da cidade ribeirinha. São valorizados três valores fundamentais: AL hamma, o terrapleno portuário e a morfologia urbana. Lisboa tem aqui uma oportunidade irrepetível e a recuperação ambiental proporciona uma solução inovadora. O projecto privilegia a interacção entre o território e os grupos sociais, desenhando-se o espaço físico a partir do espaço social. Os diferentes níveis definem lugares que convidam à permanência e estão organizados à volta da água, em memória das fontes de água quente (Al hamma). Pragmático no sistema construtivo e icónico porque parte do código genético do lugar para desenhar um projecto irrepetível, ao estabelecer relações com a identidade do território. A superfície plana característica do aterro portuário, procura valorizar a sua identidade e desenvolver uma proposta baseada na reconfiguração da topografia de forma a encaixar o edifício no território e recuperar o espaço social.

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